Atendimento das operadoras de Telefonia Celular
A Anatel decretou que todos os celulares devem ser desbloqueados a qualquer momento, dependendo da vontade do dono, não das operadoras.
No final do mês de abril/2010, desbloqueei" um celular da Claro, até ai tudo bem, mas meu espanto se deu quando a atendente me informou que desbloquearia o celular, mas eu teria que esperar mais 2 meses que era o prazo para acabar a "fidelização" do plano.
Tive que informar a atendente que estava a par da lei de desbloqueio dos celulares, e só assim ela me atendeu.
Fico pensando se isso já não é uma forma de crime praticado pelas operadoras, que tentam enganar o cliente e só aceitam fazer o desbloqueio caso o cliente esteja por dentro da lei.
Quem esta sendo omisso, nesse caso?
Fica a pergunta, porque agem dessa forma com a certeza que não vão ser pegos por um fiscal ou algo do genero?
Alguém faz vista grossa?
Até quando o cliente brasileiro vai sofrer com essas verdadeiras máfias da telefonia?
Na maioria as operadoras são estrangeiras, e poderiam estar sob uma ficalização mais séria.
Deveriam pelo menos fazer jus a uma das telefonias mais caras do planeta.
Veja esta matéria:
SÃO PAULO - Um estudo comparativo da consultoria Bernstein Research apontou a tarifa média de celular no Brasil como a segunda mais cara do mundo.
O estudo aponta que, no Brasil, o custo médio da ligação local por celular é de R$ 0,45 o minuto. Este valor só fica atrás do custo na África do Sul, onde os usuários pagam o equivalente a R$ 0,50 por minuto de conversação no celular.
Para efeito de comparação, o preço do minuto no Brasil é maior que o de Nigéria (R$ 0,43), Espanha (R$0,39) e Reino Unido (R$0,26). As tarifas mais econômicas são registradas na Ásia e na América do Norte. Na China, Indonésia e Estados Unidos, por exemplo, o custo do minuto de conversação é de R$0,06. O valor mais baixo registrado no estudo é de R$ 0,02, na Índia.
No caso do Brasil, o que torna caras as ligações entre celulares é o custo da tarifa de interconexão, ou seja, quando o usuário de uma operadora A fala com alguém da operadora B. Esses custos chegam a compor até 40% do valor da tarifa paga pelo usuário.
Quando o cálculo é feito entre ligações numa mesma rede (de TIM para TIM ou Vivo para Vivo, por exemplo), o custo brasileiro torna-se bem mais razoável.
Além da taxa de interconexão, outro fator que pesa contra o consumidor brasileiro é a carga tributária que incide sobre as ligações por celular. As teles devem recolher ICMS, PIS, COFINS, Fistel e Fust. Ao todo, até 42% do custo final da tarifa pode ser composto por impostos.
O valor da carga tributária varia, de Estado para Estado, conforme a alíquota de ICMS de cada Estado do Brasil.
CREDITOS:
Felipe Zmoginski, de INFO Online
Segunda-feira, 08 de fevereiro de 2010 - 18h16
No final do mês de abril/2010, desbloqueei" um celular da Claro, até ai tudo bem, mas meu espanto se deu quando a atendente me informou que desbloquearia o celular, mas eu teria que esperar mais 2 meses que era o prazo para acabar a "fidelização" do plano.
Tive que informar a atendente que estava a par da lei de desbloqueio dos celulares, e só assim ela me atendeu.
Fico pensando se isso já não é uma forma de crime praticado pelas operadoras, que tentam enganar o cliente e só aceitam fazer o desbloqueio caso o cliente esteja por dentro da lei.
Quem esta sendo omisso, nesse caso?
Fica a pergunta, porque agem dessa forma com a certeza que não vão ser pegos por um fiscal ou algo do genero?
Alguém faz vista grossa?
Até quando o cliente brasileiro vai sofrer com essas verdadeiras máfias da telefonia?
Na maioria as operadoras são estrangeiras, e poderiam estar sob uma ficalização mais séria.
Deveriam pelo menos fazer jus a uma das telefonias mais caras do planeta.
Veja esta matéria:
SÃO PAULO - Um estudo comparativo da consultoria Bernstein Research apontou a tarifa média de celular no Brasil como a segunda mais cara do mundo.
O estudo aponta que, no Brasil, o custo médio da ligação local por celular é de R$ 0,45 o minuto. Este valor só fica atrás do custo na África do Sul, onde os usuários pagam o equivalente a R$ 0,50 por minuto de conversação no celular.
Para efeito de comparação, o preço do minuto no Brasil é maior que o de Nigéria (R$ 0,43), Espanha (R$0,39) e Reino Unido (R$0,26). As tarifas mais econômicas são registradas na Ásia e na América do Norte. Na China, Indonésia e Estados Unidos, por exemplo, o custo do minuto de conversação é de R$0,06. O valor mais baixo registrado no estudo é de R$ 0,02, na Índia.
No caso do Brasil, o que torna caras as ligações entre celulares é o custo da tarifa de interconexão, ou seja, quando o usuário de uma operadora A fala com alguém da operadora B. Esses custos chegam a compor até 40% do valor da tarifa paga pelo usuário.
Quando o cálculo é feito entre ligações numa mesma rede (de TIM para TIM ou Vivo para Vivo, por exemplo), o custo brasileiro torna-se bem mais razoável.
Além da taxa de interconexão, outro fator que pesa contra o consumidor brasileiro é a carga tributária que incide sobre as ligações por celular. As teles devem recolher ICMS, PIS, COFINS, Fistel e Fust. Ao todo, até 42% do custo final da tarifa pode ser composto por impostos.
O valor da carga tributária varia, de Estado para Estado, conforme a alíquota de ICMS de cada Estado do Brasil.
CREDITOS:
Felipe Zmoginski, de INFO Online
Segunda-feira, 08 de fevereiro de 2010 - 18h16
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